Departamentos jurídicos: tendências da tecnologia e como investir nelas

Os departamentos jurídicos, que sempre foram vistos como áreas resistentes a mudanças tecnológicas e de automação de processos, vêm, cada dia mais, inserindo a tecnologia em suas rotinas, especialmente desde o início da pandemia.

Para alcançar vantagens competitivas, acompanhar as tendências do mundo da tecnologia jurídica é essencial. O desafio atual é decidir sobre quais tecnologias adotar para garantir bons resultados e melhorar a produtividade e eficiência dos departamentos jurídicos.

Visando auxiliar os gestores jurídicos a planejar os investimentos em tecnologia, a empresa de consultoria americana Gartner Group desenvolveu uma pesquisa analisando o impacto da inovação tecnológica na produtividade e eficiência dos departamentos jurídicos, identificando algumas previsões, dentre as quais destacamos:

#1: Até 2024, os departamentos jurídicos substituirão 20% dos advogados generalistas por colaboradores não advogados

Para aumentar a eficiência, os departamentos jurídicos devem se apoiar não somente no uso de novas tecnologias, mas também utilizar o tempo e expertise dos profissionais da melhor forma. 

A implementação destas ferramentas tecnológicas, como de digitalização e analytics, requer profissionais com diferentes habilidades, sendo, muitas vezes, dispensável um conhecimento jurídico técnico.

Nesse cenário, 58% dos entrevistados pela Gartner afirmam que implementaram a área de Legal Operations em 2020. Essa área fica responsável pelas atividades dos departamentos jurídicos que não envolvam conhecimento técnico, otimizando as entregas de toda a equipe.

#2: Até 2025, os departamentos jurídicos triplicarão o investimento em tecnologia

Estima-se que, até 2025, 12% do orçamento total dos departamentos jurídicos seja investido em tecnologia. Esse investimento, contudo, deve focar em tecnologias jurídicas que estejam alinhadas com os objetivos do negócio.

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Mas como conseguir um bom retorno dos investimentos em tecnologia?

A falta de planejamento dos investimentos em tecnologia gera um desperdício de dinheiro em sistemas inadequados e mal adotados. Para ter um bom retorno, os departamentos jurídicos devem investir em tecnologias compatíveis com a maturidade dos seus processos, e que gerem resultados reais e estimáveis.

A inteligência jurídica desenvolvida pela ATIVA é um bom exemplo de investimento que gera retorno, pois tem por objetivo ajudar seus clientes a gerar caixa através da recuperação, substituição e conciliação de depósitos judiciais, além de identificar créditos oriundos de pagamentos de alvarás.

A ATIVA é hoje líder de mercado em seu segmento, sendo utilizada por departamentos jurídicos de mais de 200 empresas brasileiras e estrangeiras de grande porte. 

Unindo a mais alta tecnologia com conhecimento jurídico avançado e foco estritamente financeiro, a ATIVA é a tecnologia jurídica que não pode faltar na sua empresa. Quer saber mais? Entre em contato com nossa equipe!